sexta-feira, abril 29, 2011

A vida é...

complicada...
cheia de altos e baixos...
uma montanha russa emocional...


Num momento tudo é um mar de rosas, e no momento seguinte parece que o mundo acabou.
Momentos de felicidade extrema, seguidos de momentos de tristeza profunda.
Altos e baixos, altos e baixos.... 


Não se pode dar nada como estável. Tudo muda de repente... em menos 5 minutos... por causa de uma pergunta... por causa de qualquer coisa que não se deveria ter dito, não se deveria ter pensado, não se deveria ter sentido...


Os bons momentos dão-nos a motivação para, nos maus momentos, conseguirmos ter forças para voltar a ir atrás dos bons momentos... para levantar a cabeça e continuar em frente... e entrar num novo ciclo de altos e baixos...


Eu sei onde estão os meus "momentos" de felicidade e não vou deixar de os tentar agarrar... nunca...
E não interessa qual a fase do ciclo em que estou.
Se for a "má", não me vão faltar motivos para os tentar agarrar.
Se for a "boa"... eu sei que eles não vão lá ficar para sempre, por isso quantos mais bocadinhos de felicidade eu conseguir agarrar, mais força vou ter da próxima vez que tiver que dar a volta ao ciclo.


A vida é... estranha... por nos fazer passar por tudo isto...

Where love is a lie

When the sky
Falls like the sunsets goodbye
And the will to pretend in you dies
You remember the light in her eyes
And how you left it all behind.
When love is a lie.



by American Hi-Fi

sábado, abril 09, 2011

Fazer o Que Ainda Não Foi Feito

Sei que me vês
Quando os teus olhos me ignoram,
Quando por dentro eu sei que choram.
Sabes de mim,
Eu sou aquele que se esconde,
Sabe de ti sem saber onde,
Vamos fazer o que ainda não foi feito.
Trago-te em mim
Mesmo que chova no verão,
Queres dizer Sim, mas dizes: “Não”,
Vamos fazer o que ainda não foi feito


Eu sou mais do que te invento,
Tu és um mundo com mundos por dentro
E temos tanto pr’a contar.

Vem esta noite,
Fomos tão longe a vida toda,
Somos um beijo que demora,
Porque amanhã é sempre tarde demais.

Eu sei que dói,
Sei como foi
Andares tão só por essa rua
As vozes que te chamam e tu na tua,
Esse teu corpo é o teu porto é o teu jeito,
Vamos fazer o que ainda não foi feito.
Sabes quem sou,
Para onde vou
A vida é curva,
Não uma linha,
As portas que se fecham e eu na minha,
A tua sombra é o lugar onde me deito,
Vamos fazer o que ainda não foi feito.


Eu sou mais do que te invento,
Tu és um mundo com mundos por dentro
E temos tanto pr’a contar.
  
Vem esta noite,
Fomos tão longe a vida toda,
Somos um beijo que demora,
Porque amanhã é sempre tarde demais.

Tens uma estrada,
Tenho uma mão cheia de nada,
Somos um todo imperfeito,
Tu és inteira e eu desfeito,
Vamos fazer o que ainda não foi feito.


Eu sou mais do que te invento,
Tu és um mundo com mundos por dentro
E temos tanto pr’a contar.

Vem esta noite,
Fomos tão longe a vida toda,
Somos um beijo que demora,
Porque amanhã é sempre tarde demais. (x2)


by Pedro Abrunhosa

Bart's Blackboard

Rudolph's red nose is not alcohol-related


in Miracle on Evergreen Terrace, episode 187, season 9

E nº 64: Miss Cassis (LR122C)




Nº 63: Plume de Ciel (SFK133F)




domingo, março 13, 2011

Dream a Little Dream of Me

Stars shining bright above you
Night breezes seem to whisper "i love you"
Birds singin’ in the sycamore trees
Dream a little dream of me

Say nighty-night and kiss me
Just hold me tight and tell me you’ll miss me
While I’m alone and blue as can be
Dream a little dream of me

Stars fading but I linger on dear
Still craving your kiss
I’m longin’ to linger till dawn dear
Just saying this

Sweet dreams till sunbeams find you
Sweet dreams that leave all worries behind you
But in your dreams whatever they be
Dream a little dream of me

Stars shining up above you
Night breezes seem to whisper "i love you"
Birds singin’ in the sycamore trees
Dream a little dream of me

Sweet dreams till sunbeams find you
Sweet dreams that leave all worries behind you
But in your dreams whatever they be
Dream a little dream of me

Yes, dream a little dream of me

domingo, março 06, 2011

The Only Exception

Maybe I know somewhere
deep in my soul
that love never lasts.
And we've got to find other ways
to make it alone.
Keep a straight face.
And I've always lived like this
keeping a comfortable distance.
And up until now I had sworn to myself 
that I'm content with loneliness.

Because none of it was ever worth the risk.

Well you are the only exception.
You are the only exception.
You are the only exception.
You are the only exception.
You are the only exception.


by Paramore

Bart's Blackboard

I will not tease fatty


in Lisa the Skeptic, episode 185, season 9

domingo, fevereiro 20, 2011

A nova língua portuguesa


Desde que os americanos se lembraram de começar a chamar aos pretos 'afro-americanos', com vista a acabar com as raças por via gramatical, isto tem sido um fartote pegado!
As criadas dos anos 70 passaram a 'empregadas domésticas' e preparam-se agora para receber a menção de 'auxiliares de apoio doméstico' .
De igual modo, extinguiram-se nas escolas os 'contínuos' que passaram todos a 'auxiliares da acção educativa'.
Os vendedores de medicamentos, com alguma prosápia, tratam-se por 'delegados de informação médica'. 
E pelo mesmo processo transmudaram-se os caixeiros-viajantes em 'técnicos de vendas '.
O aborto eufemizou-se em 'interrupção voluntária da gravidez'.
Os gangs étnicos são 'grupos de jovens'. 
Os operários fizeram-se de repente 'colaboradores'.
As fábricas, essas, vistas de dentro são 'unidades produtivas'e vistas da estranja são 'centros de decisão nacionais'.
O analfabetismo desapareceu da crosta portuguesa, cedendo o passo à 'iliteracia' galopante.
Desapareceram dos comboios as 1.ª e 2.ª classes, para não ferir a susceptibilidade social das massas hierarquizadas, mas por imperscrutáveis necessidades de tesouraria continuam a cobrar-se preços distintos nas classes 'Conforto' e 'Turística'.
A Ágata, rainha do pimba, cantava chorosa: «Sou mãe solteira...» ; agora, se quiser acompanhar os novos tempos, deve alterar a letra da pungente melodia: «Tenho uma família monoparental...» - eis o novo verso da cançoneta, se quiser fazer jus à modernidade impante.
Aquietadas pela televisão, já se não vêem por aí aos pinotes crianças irrequietas e «terroristas»; diz-se modernamente que têm um 'comportamento disfuncional hiperactivo'
Do mesmo modo, e para felicidade dos 'encarregados de educação' , os brilhantes programas escolares extinguiram os alunos cábulas; tais estudantes serão, quando muito, 'crianças de desenvolvimento instável'.
Ainda há cegos, infelizmente. Mas como a palavra fosse considerada desagradável e até aviltante, quem não vê é considerado 'invisual'. (O termo é gramaticalmente impróprio, como impróprio seria chamar inauditivos aos surdos - mas o 'politicamente correcto' marimba-se para as regras gramaticais...)
As putas passaram a ser 'senhoras de alterne'.
Para compor o ramalhete e se darem ares, as gentes cultas da praça desbocam-se em 'implementações', 'posturas pró-activas', 'políticas fracturantes' e outros barbarismos da linguagem.
E assim linguajamos o Português, vagueando perdidos entre a «correcção política» e o novo-riquismo linguístico. 
Estamos lixados com este 'novo português'; não admira que o pessoal tenha cada vez mais esgotamentos e stress. Já não se diz o que se pensa, tem de se pensar o que se diz de forma 'politicamente correcta'.

segunda-feira, fevereiro 07, 2011

... weightless

My feet can barely touch the ground
Floating up so high
I'm never coming down
So take my hand
Only you and me
Together we will be...


by Lee DeWyze

domingo, janeiro 09, 2011

OK! Do you want something simple?


OK! Do you want something simple?
OK! Do you want something simple?
OK! Do you want something simple?
OK! Do you want something simple?
The news
Do you want something simple?
The look
Do you want something simple?
The letters
Do you want something simple?
The jokes
Do you want something simple?
The games
Do you want something simple?
The nights
Do you want something simple?
The boys
Do you want something simple?
The girls
Do you want something simple?
The words
Do you want something simple?
The friends
Do you want something simple?
The rest
Do you want something simple?
And sex
Do you want something simple?

Why can't you understand
How I'm feeling now
Why don't you feel me
Why can't you understand
Please open your hand
When you don't know how to do
You want my life
But you've just said no more
Everything is just my fault
The life well done
I can't understand you more, yeah
And I can't understand you more

OK! Do you want something simple?
OK! Do you want something simple?
OK! Do you want something simple?
OK! Do you want something simple?
The films
Do you want something simple?
The songs
Do you want something simple?
And love
Do you want something simple?
The drinks
Do you want something simple?
Art pop
Do you want something simple?
TV
Do you want something simple?
The silence

Why can't you decide
How I'm feeling now
Your heart is following mine
Behind this sacrifice
Can't you see the words
Can't you see the things
But I can go on
Why don't you find another
Why everything looks like a crash
When I used to fall
I can't understand you more
And I can't understand you more

And you cry
And your heart don't cry
And you're sitting
Why can't you feel can't you see
What is happening to me
All the thinking time
All the love you gave it to me
Gave it to me
I can't understand you
Why, why this happens
Why can't you see I'm selling lies
Sitting at a table why
Why you want my life
Why do you want me, yeah
And I can't understand you
I can't understand you
I can't
Why this happening to me
Why this happening
Can't you see now
Can't you see now
Can't you see
I can't understand you
Why
Why this happening to us

This song is too simple
This song is too simple
This song 


by The Gift

Bart's Blackboard


Everyone is tired of that Richard Gere story

in The Cartridge Family, episode 182, season 9

domingo, janeiro 02, 2011

Resoluções para 2011


A primeira grande resolução, aquela sem a qual todas as outras não são possíveis, é ganhar juízo!
Já sou grandinha, já tenho idadezinha mais do que suficiente para... ter juízo! Simplifica tanta coisa...
E desta vez estou mesmo a falar a sério, vou mesmo ganhar juízo!

Depois de passar a ter mais juízo, vou então parar de me meter em histórias estranhas, parar de fazer cenas estúpidas e deixar de ter ideias parvas... começar a pensar um bocadinho melhor antes de me meter nas cenas, não era nada mal pensado e era capaz de tornar a minha existência um bocadinho mais fácil.
E esta é a segunda grande ideia para 2011!

Terceira: parar de dizer tudo o que me passa pela cabeça!
É muito giro, toda a gente acha muita piada... mas só me meto em sarilhos por falar demais! Até porque depois há pessoas que não me percebem e acabam por interpretar mal aquilo que eu digo... 
2010 não foi um bom ano a este nível, por isso vamos ver se em 2011 eu aprendo a pensar duas vezes antes de abrir a boca.

Parar de tentar fazer tudo e mais alguma coisa. 
Admitir, por muito que isso me custe, que também eu tenho limites e que o dia só tem 24 horas.
Não tenho super-poderes (há quem ache que sim...), não tenho uma máquina do tempo (mas gostava) e não tenho forma de me desdobrar em mais do que uma (ui... aturar mais do que uma... ia ser giro...), por isso só me resta mesmo abrandar o ritmo e entrar numa onda mais calma. 
Levar as coisas com mais descontracção, relaxar mais, não pensar que tenho que ser sempre eu a resolver tudo e aprender a dizer que não aos "abusadores" da minha boa vontade!

Por último, viver a vida!
Aproveitar ao máximo tudo o que é bom.
Minimizar tudo o que é menos bom. 
Brincar. 
Rir.
Chorar, nas alturas certas.
Dar com a cabeça na parede.
Tropeçar, cair e levantar-me novamente.
Correr atrás de qualquer coisa que valha a pena.
Amar...
VIVER A VIDA!!!