domingo, setembro 17, 2006

Pensamento da Semana


Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não esqueço de que a minha vida é a maior empresa do mundo.

E que posso evitar que ela vá à falência.

Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.

Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história.

É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.

É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.

Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.

É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um "não". É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.

Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo...


Fernando Pessoa

domingo, setembro 10, 2006

Pensamento da Semana


Damos festas, abandonamos as nossas famílias para vivermos sós no Canadá, batalhamos para escrever livros que não mudam o mundo apesar das nossas dádivas e dos nossos imensos esforços, das nossas absurdas esperanças.

Vivemos as nossas vidas, fazemos seja o que for que fazemos e depois dormimos: é tão simples e tão normal como isso.

Alguns atiram-se de janelas, ou afogam-se, ou tomam comprimidos; um número maior morre por acidente, e a maioria, a imensa maioria é lentamente devorada por alguma doença ou, com muita sorte, pelo próprio tempo.

Há apenas uma consolação: uma hora aqui ou ali em que as nossas vidas parecem, contra todas as probabilidades e expectativas, abrir-se de repente e dar-nos tudo quanto jamais imaginámos, embora todos, excepto as crianças (e talvez até elas), saibamos que a estas horas se seguirão inevitavelmente outras, muito mais negras e mais difíceis.

Mesmo assim, adoramos a cidade, a manhã, mesmo assim desejamos, acima de tudo, mais.


Michael Cunningham, in 'As Horas'

domingo, setembro 03, 2006

Pensamento da Semana


Acredito que se um homem vivesse a sua vida plenamente, desse forma a cada sentimento, expessão a cada pensamento, realidade a cada sonho, acredito que o mundo beneficiaria de um novo impulso de energia tão intenso que esqueceríamos todas as doenças da época medieval e regressaríamos ao ideal helénico, possivelmente até a algo mais depurado e mais rico do que o ideal helénico.

Mas o mais corajoso homem entre nós tem medo de si próprio.

A mutilação do selvagem sobrevive tragicamente na autonegação que nos corrompe a vida.

Somos castigados pelas nossas renúncias.

Cada impulso que tentamos estrangular germina no cérebro e envenena-nos.

O corpo peca uma vez, e acaba com o pecado, porque a acção é um modo de expurgação.

Nada mais permanece do que a lembrança de um prazer, ou o luxo de um remorso.

A única maneira de nos livrarmos de uma tentação é cedermos-lhe.

Se lhe resistirmos, a nossa alma adoece com o anseio das coisas que se proibiu, com o desejo daquilo que as suas monstruosas leis tornaram monstruoso e ilegal.

Já se disse que os grandes acontecimentos do mundo ocorrem no cérebro.

É também no cérebro, e apenas neste, que ocorrem os grandes pecados do mundo.


Oscar Wilde, in 'O Retrato de Dorian Gray'

domingo, agosto 27, 2006

Pensamento da Semana


Se o ciúme nasce do intenso amor, quem não sente ciúmes pela amada não é amante, ou ama de coração ligeiro, de modo que se sabe de amantes os quais, temendo que o seu amor se atenue, o alimentam procurando a todo o custo razões de ciúme.

Portanto o ciumento (que porém quer ou queria a amada casta e fiel) não quer nem pode pensá-la senão como digna de ciúme, e portanto culpada de traição, atiçando assim no sofrimento presente o prazer do amor ausente.

Até porque pensar em nós que possuímos a amada longe - bem sabendo que não é verdade - não nos pode tornar tão vivo o pensamento dela, do seu calor, dos seus rubores, do seu perfume, como o pensar que desses mesmos dons esteja afinal a gozar um Outro: enquanto da nossa ausência estamos seguros, da presença daquele inimigo estamos, se não certos, pelo menos não necessariamente inseguros.

O contacto amoroso, que o ciumento imagina, é o único modo em que pode representar-se com verosimilhança um conúbio de outrem que, se não indubitável, é pelo menos possível, enquanto o seu próprio é impossível.

Assim o ciumento não é capaz, nem tem vontade, de imaginar o oposto do que teme, aliás só pode obter o prazer ampliando a sua própria dor, e sofrer pelo ampliado prazer de que se sabe excluído.

Os prazeres do amor são males que se fazem desejar, onde coincidem a doçura e o martírio, e o amor é involuntária insânia, paraíso infernal e inferno celeste - em resumo, concórdia de ambicionados contrários, riso doloroso e friável diamante.


Umberto Eco, in 'A Ilha do Dia Antes'

domingo, agosto 20, 2006

Pensamento da Semana


O homem faz-se ou desfaz-se a si mesmo.

O homem controla as suas paixões, as suas emoções, o seu futuro.

Consegue-o canalizando os seus impulsos físicos para conseguir realizações espirituais.

Qualquer animal pode esbanjar a sua força realizando os impulsos físicos sempre que os sente.

Compete ao homem canalizá-los para fins mais produtivos que a satisfação dos impulsos.

Ninguém se tornou ilustre por fazer o que lhe apetecia.

Os homens insignificantes fazem o que querem - e tornam-se nuns Zés-Ninguém.

Os grandes submetem-se às leis que regem o sector em que são grandes.

O autodomínio é sempre recompensado com uma força que dá uma alegria interior inexprimível e silenciosa que se torna no tom dominante da vida.

O autodomínio é a qualidade que distingue os mais aptos para sobreviverem.

O mais importante atributo do homem como ser moral é a faculdade de autodomínio escreveu Herbert Spencer.

Nunca houve, nem pode haver, uma vida boa sem autodomínio; sem ele a vida é inconcebível.

A vitória mais importante e mais nobre do homem é a conquista de si mesmo.

Alfred Montapert, in "A Suprema Filosofia do Homem"

domingo, agosto 13, 2006

Pensamento da Semana


Antigamente todos os contos para crianças terminavam com a mesma frase, e foram felizes para sempre, isto depois de o Príncipe casar com a Princesa e de terem muitos filhos.

Na vida, é claro, nenhum enredo remata assim.

As Princesas casam com os guarda-costas, casam com os trapezistas, a vida continua, e os dois são infelizes até que se separam.

Anos mais tarde, como todos nós, morrem.

Só somos felizes, verdadeiramente felizes, quando é para sempre, mas só as crianças habitam esse tempo no qual todas as coisas duram para sempre.


José Eduardo Agualusa in 'O Vendedor de Passados'

sábado, agosto 05, 2006

Uma lição de Gestão Estratégica


Todos os dias, a formiga chegava cedinho à oficina e desatava a trabalhar.

Produzia e era feliz.

O gerente, o leão, estranhou que a formiga trabalhasse sem supervisão.

Se ela produzia tanto sem supervisão, não seria melhor supervisionada?

E contratou uma barata, que tinha muita experiência como supervisora e fazia belíssimos relatórios.

A primeira preocupação da barata foi a de estabelecer um horário para entrada e saída da formiga.

De seguida, a barata precisou de uma secretária para a ajudar a preparar os relatórios e contratou uma aranha que além do mais, organizava os arquivos e controlava as ligações telefónicas.

O leão ficou encantado com os relatórios da barata e pediu também gráficos com índices de produção e análise de tendências, que eram mostrados em reuniões específicas para o efeito.

Foi então que a barata comprou um computador e uma impressora laser e admitiu a mosca para gerir o departamento de informática.

A formiga de produtiva e feliz, passou a lamentar-se com todo aquele universo de papéis e reuniões que lhe consumiam o tempo!

O leão concluiu que era o momento de criar a função de gestor para a área onde a formiga operária, trabalhava.

O cargo foi dado a uma cigarra, cuja primeira medida foi comprar uma carpete e uma cadeira ortopédica para o seu gabinete.

A nova gestora, a cigarra, precisou ainda de computador e de uma assistente para ajudá-la na preparação de um plano estratégico de optimização do trabalho e no controlo do orçamento para a área onde trabalhava a formiga, que já não cantarolava mais e cada dia se mostrava mais enfadada.

Foi nessa altura que a cigarra, convenceu o gerente, o leão, da necessidade de fazer um estudo climático do ambiente.

Ao considerar as disponibilidades, o leão deu-se conta de que a Unidade em que a formiga trabalhava já não rendia como antes; e contratou a coruja, uma prestigiada consultora, muito famosa, para que fizesse um diagnóstico e sugerisse soluções.

A coruja permaneceu três meses nos escritórios e fez um extenso relatório, em vários volumes que concluía : "Há muita gente nesta empresa".

Adivinhem quem o leão começou por despedir?

A formiga, claro, porque "andava muito desmotivada e aborrecida".

domingo, julho 30, 2006

Click!


Conhecem aquela sensação de click!?

Aquela sensação que parece que temos um interruptor dentro da nossa cabeça e que de vez em quando faz click!?

E no momento em que a nossa cabeça faz click!, tudo parece fazer sentido, tudo parece funcionar bem, tudo parece ser real e verdadeiro...

Parece que temos alguém dentro da nossa cabeça que de vez em quando desliga o interruptor e de repente, quando menos estamos à espera, click!, e faz-se luz!


O click! pode acontecer em várias situações:


- temos o click! de memória:

Acontece, por exemplo, quando nos tentamos lembrar de qualquer coisa, daquelas que estão "mesmo debaixo da língua" e não querem sair de lá e, de repente... click!... e lembramo-nos do que queríamos e de uma data de coisas mais.

Parece que o click! abre a porta do armário onde a informação está guardada.


- temos o click! de raciocínio (não é bem esta a palavra que eu queria, mas agora não me lembro de nenhuma melhor):

Este acontece quando estamos a tentar resolver um problema qualquer e não conseguimos encontrar a solução.

Somos capazes de estar horas e horas a olhar para a mesma coisa, a tentar desbloquear a cabeça para conseguirmos encontrar a maneira de resolver o problema e quando menos esperamos... click!... aparentemente a nossa cabeça consegue retomar o funcionamente normal e dar com a solução do problema, que normalmente é qualquer muito simples, que deveria ter sido a primeira coisa de que nos devíamos ter lembrado, mas ainda assim foi preciso ligar o interruptor antes de lá chegarmos.

E, claro, depois passamos mais não sei quantas horas a pensar: "Estúpida!!!! Como é que eu não me lembrei disto antes?! Uma coisa tão simples?! Estúpida!!!!"...

(Não querendo com isto insultar ninguém, de certeza que quem trabalha em informática, como eu, já passou por dezenas destes clicks! e dezenas de insultos a si próprio quando se descobre a solução... enfim, ossos do ofício!)


- e o terceiro tipo de click!:

E de certeza que esta situação já aconteceu a toda a gente...

Este click! acontece quando nós conhecemos uma pessoa, que podemos ter acabado de conhecer ou podemos conhecer há pouco tempo, um conhecido, um colega, um amigo pouco chegado.

De um momento para o outro, por causa de uma conversa ou de uma atitude ou de um gesto, qualquer coisa faz click! dentro da nossa cabeça e parece que aquela pessoa esteve sempre ali...

Parece que aquela pessoa esteve connosco toda a nossa vida, parece que é a nossa melhor amiga, que nos conhece desde sempre e que sabe tudo sobre nós...

Não é estranho?! Não é uma coisa que não faz sentido nenhum?!

Isto aconteceu-me um destes dias...

Uma pessoa que eu conheço há alguns meses, que de um momento para o outro conseguiu accionar um click! dentro da minha cabeça, que mudou completamente a minha perspectiva sobre essa pessoa.

Enquanto dantes apenas a via como mais uma pessoa conhecida, no meio de tantas outras pessoas que eu conheço, agora, depois do click! não posso deixar de notar as coisas que temos em comum e a maneira como essa pessoa já me conhece, assim como também eu já a conheço um bocadinho a ela.

É claro que inconscientemente eu já sabia de todas estas coisas antes, mas só depois do click! é que realmente me apercebi delas...


Só tenho pena que o interruptor não esteja do lado de fora da cabeça, de maneira a podermos ser nós a ligá-lo e a desligá-lo quando quiséssemos.

Naquelas alturas em que tudo nos corre mal, em que nem sequer queremos pensar em nada, em que o que precisamos mesmo é de "esvaziar" a cabeça de todo o tipo de pensamentos e de ideias e de sentimentos... click!... e já estava!

Podíamos descansar enquanto precisássemos e só voltar a ligar o interruptor depois de termos retomado a energia suficiente para voltar a funcionar de uma forma normal.

Assim como naquelas alturas em que sabemos que qualquer coisa nos está a escapar mas não conseguimos perceber o que é, e por mais voltas que se dê à cabeça, não conseguimos sair do sítio... click!... só tínhamos que ligar o interruptor, para tudo voltar a funcionar, para tudo voltar a fazer sentido novamente.

E para nos apercebermos da importância das pessoas que estão à nossa volta...

... click! ...

Pensamento da Semana


Ninguém deve cometer a mesma tolice duas vezes.
A possibilidade de escolha é muito grande.

Jean-Paul Sartre

domingo, julho 23, 2006

Pensamento da Semana


O António, depois de dormir numa almofada de algodão (Made in Egipt), começou o dia bem cedo, acordado pelo despertador (Made in Japan) às 7 da manhã.

Depois de um banho com sabonete (Made in France) e enquanto o café (importado da Colômbia) estava a fazer na máquina (Made in Chech Republic), barbeou-se com a máquina eléctrica (Made in China).

Vestiu uma camisa (Made in Sri Lanka), jeans de marca (Made in Singapure) e um relógio de bolso (Made in Swiss).

Depois de preparar as torradas de trigo (produced in USA) na sua torradeira (Made in Germany) e enquanto tomava o café numa chávena (Made in Spain), pegou na máquina de calcular (Made in Korea) para ver quanto é que poderia gastar nesse dia e consultou a Internet no seu computador (Made in Thailand) para ver as previsões meteorológicas.

Depois de ouvir as notícias pela rádio (Made in India), ainda bebeu um sumo de laranja (produced in Israel), entrou no carro (Made in Sweden) e continuou à procura de emprego.

Ao fim de mais um dia frustrante, com muitos contactos feitos através do seu telemóvel (Made in Finland) e, após comer uma pizza (Made in Italy), o António decidiu relaxar por uns instantes.

Calçou as suas sandálias (Made in Brazil), sentou-se num sofá (Made in Denmark), serviu-se de um copo de vinho (produced in Chile), ligou a TV (Made in Indonésia) e pôs-se a pensar porque é que não conseguia encontrar um emprego em PORTUGAL...

Anónimo

domingo, julho 16, 2006

Pensamento da Semana


De uma coisa podemos ter certeza: de nada adianta querer apressar as coisas; tudo vem ao seu tempo, dentro do prazo que lhe foi previsto.
Mas a natureza humana não é muito paciente.
Temos pressa em tudo e aí acontecem os atropelos do destino, aquela situação que você mesmo provoca, por pura ansiedade de não aguardar o tempo certo.
Mas alguém poderia dizer: Qual é esse tempo certo?
Bom, basta observar os sinais.
Quando alguma coisa está para acontecer ou chegar até sua vida, pequenas manifestações do cotidiano enviarão sinais indicando o caminho certo.
Pode ser a palavra de um amigo, um texto lido, uma observação qualquer.
Mas, com certeza, o sincronismo se encarregará de colocar você no lugar certo, na hora certa, no momento certo, diante da situação ou da pessoa certa.

Paulo Coelho

Esculturas Realistas










domingo, julho 09, 2006

Pensamento da Semana


Escreve.
Seja uma carta, um diário ou umas notas enquanto falas ao telefone, mas escreve.
Procura desnudar a tua alma por escrito, ainda que ninguém leia; ou, o que é pior, que alguém acabe lendo o que não querias.
O simples acto de escrever ajuda-nos a organizar o pensamento e a ver com mais clareza o que nos rodeia.
Um papel e uma caneta fazem milagres, curam dores, consolidam sonhos, levam e trazem a esperança perdida.
As palavras têm poder.

Paulo Coelho

domingo, julho 02, 2006

Pensamento da Semana


Para todas as mulheres com mais de 30 anos... e para aquelas que têm medo de entrar nos 30... e para os homens que têm medo ou que não sabem lidar com mulheres com mais de 30!


À medida que vou envelhecendo, valorizo cada vez mais as mulheres com mais de 30 anos.
Estas são apenas algumas das razões porque o faço:

Uma mulher com mais de 30 nunca te acordará a meio da noite para perguntar "Em que é que estás a pensar?".
Ela não se importa com o que tu pensas.

Se uma mulher com mais de 30 não quer ver o jogo de futebol, não se senta a teu lado a lamentar-se.
Ela faz alguma coisa que queira fazer. E, geralmente, é algo mais interessante.

Uma mulher com mais de 30 conhece-se suficientemente bem a si própria para estar certa de quem é, o que quer e de quem o quer.
Poucas mulheres com mais de 30 anos ligam alguma ao que tu possas estar a pensar sobre ela ou sobre o que ela está a fazer.

As mulheres acima dos 30 têm dignidade.
Raramente terão uma discussão aos gritos contigo na ópera ou no meio de um restaurante chique.
No entanto, claro, se tu mereceres, não hesitarão em dar-te um tiro.

As mulheres mais velhas são generosas nos elogios, muitas vezes não merecidos.
Elas sabem o que é não ser apreciado.

Uma mulher acima dos 30 tem segurança suficiente para te apresentar às amigas.
Uma mulher mais nova acompanhada de um homem ignora frequentemente até a melhor amiga porque não confia no homem perto de outra mulher.
Uma mulher com mais de 30 não se podia estar mais nas tintas se tu te vais sentir atraído pelas amigas dela, não porque confie em ti, mas porque sabe que elas não a trairão.

As mulheres tornam-se psíquicas à medida que envelhecem.
Nunca terás que confessar os teus pecados a uma mulher com mais de 30. Elas sabem sempre.

Uma mulher com mais de 30 fica bem a usar um batom vermelho brilhante.
O mesmo não se aplica às mulheres mais novas.

Depois de ultrapassares uma ou outra ruga, vais ver que uma mulher com mais de 30 é de longe mais sexy do que qualquer colega mais nova.

As mulheres mais velhas são correctas e honestas.
Dizem-te imediatamente que és um idiota se te estiveres a comportar como tal. Nunca tens que tentar adivinhar em que pé estão as coisas entre vocês.


Sim, nós elogiamos a mulher com mais de 30 por várias razões.

Infelizmente, não é recíproco.
Por cada bela, inteligente, segura e sexy mulher com mais de 30 anos, existe um careca, barrigudo, em calças amarelas a fazer figura de parvo com uma empregada de mesa de 22 anos...


Andy Rooney, apresentador do programa da CBS "60 MINUTES"

domingo, junho 18, 2006

Pensamento da Semana


"Numa relação de amor, nenhum dos parceiros deveria sentir que tem que abrir mão de uma parte essencial de si mesmo, para torná-la viável."

Mary Sarton

domingo, junho 11, 2006

Pensamento da Semana


"Muitas pessoas são bastante educadas para não falar com a boca cheia, porém não se preocupam em fazê-lo com a cabeça oca."

Orson Welles